Uma empresa que não depende de uma pessoa só. É aí que a governança começa.
Conselho consultivo, acordo de sócios, alçadas, controles e sucessão, para PMEs, empresas familiares e filiais de multinacionais que querem crescer com regras claras e durar mais que seus fundadores.
A empresa cresceu. As decisões ainda cabem numa pessoa só?
Governança não começa com estatuto. Começa quando alguém percebe uma destas frases na própria empresa. Marque as que você reconhece.
“Sem mim, nada anda.”
Toda decisão importante passa pelo fundador, e a empresa anda na velocidade da agenda dele.
“A gente resolve na conversa.”
Os sócios discordam e não existe regra combinada para decidir, entrar ou sair.
“Depois a gente acerta as contas.”
O caixa da empresa e o patrimônio da família se misturam.
“O banco pediu um relatório que não temos.”
Banco, investidor ou matriz pedem controles e informações que a empresa ainda não produz.
Na PME, a mesma pessoa é sócia, conselheira e executiva. Governança separa as conversas.
Ninguém perde o comando. O que muda é que cada assunto vai para a mesa certa, com a pergunta certa. O próprio Código do IBGC recomenda que presidir o conselho e dirigir a empresa não fiquem com a mesma pessoa, justamente para evitar concentração de poder.
“O que eu quero deste patrimônio daqui a dez anos?”
Decide: entrada e saída de sócios, distribuição de lucros, regras do acordo e quem compõe o conselho.
Cada decisão no seu lugar, e cada pessoa no seu papel.
A governança separa o que é de sócio, o que é de conselho e o que é de gestão. A empresa ganha velocidade justamente porque sabe quem decide o quê.
- 1Sócios e família combinam as regras do jogo uma vez, por escrito.
- 2O conselho olha o rumo e cobra resultado, com pauta e ata.
- 3A diretoria executa com metas claras e alçadas definidas.
Governança não é um modelo pronto. São cinco princípios aplicados ao seu dia a dia.
Seguimos os princípios do Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa do IBGC e traduzimos cada um para a rotina de uma empresa média.
Integridade
O Código dizCultura ética, decisões sem conflito de interesses e coerência entre o que se diz e o que se faz.
Na sua empresaNegócio com parte relacionada, como o imóvel do sócio alugado à empresa, decidido às claras e registrado.
Transparência
O Código dizInformação verdadeira, clara e no tempo certo, positiva ou negativa, e não apenas a que a lei exige.
Na sua empresaTodos os sócios recebem os mesmos números, todo mês, inclusive quando eles são ruins.
Equidade
O Código dizTratamento justo de todos os sócios e partes interessadas, considerando direitos, deveres e expectativas.
Na sua empresaAcordo de sócios com regra combinada antes para quem trabalha na empresa, quem só investe e quem vai herdar.
Responsabilização
O Código dizPrestar contas de forma clara e tempestiva, assumindo as consequências dos próprios atos e omissões.
Na sua empresaComitê mensal com metas, responsáveis e ata. Quem assumiu, explica o resultado.
Sustentabilidade
O Código dizZelar pela viabilidade da organização no curto, médio e longo prazo, considerando os diversos capitais.
Na sua empresaDecisão que olha o caixa deste ano e a empresa daqui a dez, com pessoas e reputação na conta.
Fonte: IBGC, Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa, 6ª edição (2023). Definições resumidas; os exemplos são da Solidy.
Nenhuma empresa é obrigada a ter governança. Toda empresa que dura tem.
Não é burocracia de grande empresa. O próprio Código do IBGC prevê que as práticas sejam adaptadas ao estágio de maturidade de cada organização. Começamos pelo que muda a sua realidade hoje e crescemos junto com ela.
Começa com uma reunião que tem pauta.
Um comitê mensal com números, decisões e ata já muda a forma como a empresa é conduzida.
Cresce para um conselho quando faz sentido.
O conselho consultivo é facultativo e não substitui a diretoria: orienta. Com membros externos, traz o olhar que o dia a dia não deixa ter.
Termina numa empresa que fica de pé sem o fundador.
Papéis, regras e sucessão preparados antes da urgência, e não por causa dela.
Das regras entre sócios ao relatório para o conselho.
Conselho consultivo
Desenho, perfil dos conselheiros, pauta e rotina das reuniões.
Acordo de sócios
Regras para decidir, entrar, sair, distribuir lucros e resolver impasses.
Rituais de decisão
Comitês com pauta, dono e ata, para a empresa não depender de uma agenda.
Alçadas e políticas
Quem aprova o quê, até quanto, e as políticas que sustentam as decisões.
Controles internos
Segregação de funções e controles que reduzem risco de erro e fraude.
Reporting
Relatórios para conselho, sócios, bancos, investidores ou matriz, com dado confiável.
Sucessão
Plano de sucessão de sócios e executivos, preparado antes da urgência.
Empresa e família
Separação entre o caixa da empresa e o patrimônio da família, com regras claras.
Regras claras hoje. Empresa de pé amanhã.
O melhor momento para combinar é quando ninguém está brigando.
Ouvir, desenhar, implantar e sustentar.
Ouvir
Conversas com sócios, família e gestores para entender o que funciona e o que trava.
Desenhar
Estrutura, acordo, alçadas e rituais do tamanho certo para a empresa.
Implantar
Primeiras reuniões conduzidas junto com você, com pauta, números e ata.
Sustentar
Acompanhamento e revisão periódica até a rotina andar sozinha.
Governança precisa de número confiável. Aqui ele vem da mesma casa.
CFO as a Service
Quem leva os números ao conselho e conduz o comitê mensal.
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Demonstrações e relatórios que o conselho e os sócios podem confiar.
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