Empresas de tecnologia crescem rápido. A contabilidade precisa acompanhar o ritmo.
SaaS, software houses, startups e filiais de empresas de tecnologia estrangeiras: métricas de recorrência, tributação de software, serviços exportados, remessas a fornecedores no exterior e preparação para investidores.
Quatro modelos de negócio, quatro jeitos de olhar o número.
SaaS e assinaturas
Receita recorrente, churn e reconhecimento de receita por contrato.
Startups em crescimento
Queima de caixa, rodadas de investimento e cap table organizados.
Software houses e integradoras
Projetos, horas faturáveis e margem por cliente e por contrato.
Filiais estrangeiras
Reporting para a matriz, remessas, preços de transferência e inglês.
ARR, churn, CAC e runway batendo com a contabilidade.
Investidor e conselho olham métricas; o fisco olha a contabilidade. Fazemos as duas falarem a mesma língua. Teste com os números da sua empresa.
Fórmulas usuais de mercado: ARR = MRR × 12; churn = MRR cancelado ÷ MRR; CAC = investimento comercial ÷ clientes novos; LTV = ticket médio × margem bruta ÷ churn; runway = caixa ÷ queima. A conta roda no seu navegador.
Onde a empresa de tecnologia paga a mais, ou corre risco.
ISS, e não ICMS
Desde 2021 o STF definiu que o licenciamento de software recolhe ISS. Contratos e notas precisam refletir isso.
Simples, Presumido ou Real
No Simples, o Fator R decide o anexo e muda a alíquota. Fora dele, a escolha do regime pesa ainda mais.
Serviços para fora do país
Serviço exportado pode ter tributos desonerados, desde que cumpridos os requisitos de resultado e ingresso de divisas.
Nuvem e licenças do exterior
Pagamentos a fornecedores estrangeiros podem ter IRRF, CIDE, PIS e Cofins-importação e IOF, conforme a natureza do serviço.
Lei do Bem
Empresas no lucro real que investem em pesquisa e desenvolvimento podem reduzir tributos com os incentivos da Lei 11.196/2005.
CBS e IBS no digital
Software e serviços digitais, inclusive os contratados do exterior, entram nas regras dos novos tributos durante a transição.
Pronta para a próxima rodada, antes de o investidor pedir.
Na due diligence, o que atrasa o cheque raramente é o produto. É a contabilidade que não bate com as métricas, o contrato que falta e a contingência que ninguém mapeou.
Governança e cap table →- Demonstrações contábeis prontas para auditoria
- Receita reconhecida por contrato, batendo com o MRR
- Cap table e acordo de sócios atualizados
- Contratos de trabalho e de prestadores revisados
- Tributos em dia e contingências mapeadas
- Orçamento, runway e plano de uso dos recursos
Cada frente da Solidy, aplicada à empresa de tecnologia.
Receita recorrente reconhecida por contrato e demonstrações prontas para investidor.
→FiscalISS sobre software, retenções, remessas ao exterior e exportação de serviços.
→Departamento PessoalFolha de times de tecnologia, prestadores e benefícios em ordem.
→CFO as a ServiceOrçamento, runway, métricas para o conselho e preparação para rodadas.
→Consultoria TributáriaRegime, Fator R, Lei do Bem e preparação para CBS e IBS.
→Dados e BIPainel de métricas SaaS conectado ao seu sistema de cobrança e ao ERP.
→Fale com quem entende de recorrência, rodada e runway. A primeira conversa já é sobre os seus números.
Conte o modelo de receita, o regime tributário e o próximo marco da empresa. Você sai com as prioridades para os próximos meses.
