Quando o caixa aperta, cada semana conta. A gente começa pela próxima.
Turnaround e reestruturação para empresas em momento difícil: caixa, dívida, custos e operação reorganizados com plano de 13 semanas, negociação com credores e acompanhamento até a retomada.
A crise raramente chega de surpresa. Chega aos poucos.
Quanto antes a empresa age, mais opções ela tem. Esperar o banco cortar o limite costuma custar caro.
- O capital de giro está financiando prejuízo, e não crescimento.
- Atrasar fornecedor e imposto virou parte da rotina do mês.
- Um empréstimo novo paga o anterior, com juros cada vez maiores.
- Há linhas, clientes ou unidades que dão prejuízo, e ninguém decide o que fazer com elas.
Se dois desses pontos já acontecem, a conversa deveria ser esta semana.
Antes de qualquer plano, saber até quando o dinheiro dura.
- 01Caixa de 13 semanasEntradas e saídas semana a semana, com o ponto exato em que o caixa fica negativo.
- 02Comitê de caixaToda saída relevante passa por uma decisão, com prioridade para folha, impostos e fornecedores críticos.
- 03Fôlego negociadoBancos, fornecedores e fisco abordados com números na mão, e não com pedidos de prazo.
- 04Plano de retomadaSó depois de estancar: custos, rentabilidade e o que manter, vender ou encerrar.
Em momento difícil, a empresa precisa de franqueza. Não de fórmula pronta.
Turnaround não é cortar 20% de tudo. É escolher, com número, o que salva a empresa, e ter alguém do lado para dizer o que precisa ser dito.
Às vezes a melhor saída é vender uma linha, e não salvá-la.
O diagnóstico considera todas as opções, inclusive encerrar, vender ou buscar um sócio. Recomendamos o que preserva mais valor.
O corte certo é o que a operação aguenta.
Nada de corte linear. Cada despesa é olhada pelo que ela sustenta: receita, margem e capacidade de retomar.
Com o banco, se negocia com número, não com pedido.
Os sócios da Solidy, com trajetória em reestruturação, participam das conversas com bancos, credores e fisco.
Do caixa da próxima semana à empresa que volta a crescer.
Caixa de 13 semanas
Projeção semanal, comitê de caixa e prioridade de pagamentos.
Dívida e bancos
Mapa da dívida e renegociação de prazos, taxas e garantias.
Passivo tributário
Parcelamentos e transação tributária para regularizar sem travar o caixa.
Custos e despesas
Redução com critério, olhando o que cada gasto sustenta.
Rentabilidade
Resultado por linha, cliente e unidade para decidir o que manter.
Capital de giro
Prazos, estoques e recebíveis ajustados para liberar caixa.
Estrutura e gestão
Organização, papéis e rituais para a empresa não voltar ao mesmo ponto.
Sócio, investidor ou venda
Quando a melhor saída passa por capital novo, a casa arrumada antes da conversa.
Quanto antes, mais opções.
A conversa é confidencial e começa pelo caixa da próxima semana.
Estancar, entender, decidir e retomar.
Estancar
Caixa de 13 semanas, comitê de caixa e as primeiras conversas com credores.
Entender
Rentabilidade por linha, dívida, passivos e o que de fato gera e consome caixa.
Decidir
O que manter, ajustar, vender ou encerrar, com meta, dono e data.
Retomar
Execução acompanhada até a empresa voltar a operar com folga.
Na virada, ter tudo na mesma casa economiza o tempo que a empresa não tem.
CFO as a Service
Quem conduz o caixa e os bancos durante e depois da virada.
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Pagamentos e recebimentos sob controle, com aprovação em cada saída.
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Passivo tributário regularizado com o menor impacto no caixa.
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Depois da virada, o plano para voltar a crescer com margem.
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